No dia seguinte ao fantástico reencontro como sempre, fui ao Boteco. Levei o guardanapo de papel autografado por todos que participaram do reencontro. Estava curioso para ver a reação do Antenor e do Eulídio sobre a noite anterior e mostrar o guardanapo para eles. Eles, certamente, deveriam estar tão extasiados e excitados quanto eu.
Entrei e, excitado com tudo que aconteceu, fui cumprimentando os dois com uma euforia incomum. Eles olharam pra mim e fizeram, apenas, um “oi!” como se nada tivesse acontecido. Eu insisti e perguntei “Tá tudo bem?”, “Tá, por quê?” o Antenor respondeu e olhou um pouco assustado para o Eulídio como se perguntasse “O que será que deu nele?”.
O Antenor trouxe uma dose de Germana e eu comentei com ele “Que noite a de ontem, não?”. “Como assim?”, ele respondeu perguntando. Eu disse “Como, como assim? Não aconteceu nada de excepcional ontem aqui?”. “Ué, que eu me lembre, não”, respondeu, “o Alemão engraxou seus sapatos e você ficou o tempo todo conversando com a Odete”. “Tem certeza?”, eu insisti. “Claro que tenho, ôôô! Porra, o que tá acontecendo com você?”, perguntou Antenor, já impaciente. “Nada, não é nada, não. Desculpe”, respondi.
Fiquei encafifado. Olhei pro guardanapo com os autógrafos e não me conformava. “Meu Deus, será que tô ficando louco? Alguma coisa aconteceu. Como é que esse guardanapo foi parar lá em casa?” Virei o copinho com a Germana e pedi logo mais duas doses.
Fiquei olhando pro guardanapo e comecei a imaginar como teria sido o retorno deles para o Paraíso depois daquele reencontro fantástico e iluminado.
Imagino que aconteceu mais ou menos assim:
Estão todos felizes, cantando, contando piadas até que chegam em frente à Porta do Paraíso que está trancada o que não é comum, a não ser que alguma coisa muito séria tenha acontecido.
Vinícius, que carregava um litro de uísque cheio, bateu na porta e ninguém respondeu. Insistiu por várias vezes até que a porta começou a abrir lentamente, as dobradiças rangendo e, quando finalmente abriu-se totalmente, lá estava Ele, com sua túnica branca, barba e cabelos brancos, com um triângulo atrás de sua cabeça para diferenciar do círculo que os santos têm, de mãos na cintura, olhando fixo para todos: DEUS.
“Isso são horas? Onde os senhores estavam? Quem deu ordem para os senhores saírem?” perguntou Deus com sua voz estrondosa que ecoou por todo Universo e fez todos tremerem de medo.
Ninguém tinha coragem de falar. Estavam todos paralisados e mudos de medo. Até que Vinícius, o responsável pela organização da ida do grupo à Lapa, tentou falar: “Senhor, nós...”, sendo, imediatamente, interrompido por Deus que gritou “Senhor coisíssima nenhuma. Você ainda tem coragem de dirigir a palavra a Mim e, ainda, com esse bafo de uísque? E essa garrafa que você está carregando o que é? Pode ir devolvendo, aqui, na Minha mão”, batendo com o dedo na mão enquanto falava. Vinícius devolveu e, quando Deus viu que era um litro de uísque, não se conteve. “Você pretendia entrar no Paraíso com esse litro de uísque? Você está querendo corromper o meu rebanho?”, berrava Deus, tanto que seus berros eram ouvidos além do Universo, seja lá o que isso signifique.
O Anjo da Guarda do Vinícius tentou falar com Deus para explicar o que tinha acontecido. Mas aí é que tudo piorou, pois ele falava com aquela voz característica de quem está bêbado. Não só ele, mas todos os Anjos da Guardo dos outros também estavam bêbados. Aí Deus não agüentou e Ele gritava “Meu Deus, onde nós estamos?” Ele estava tão bravo e estupefato com o que estava acontecendo que não percebeu que estava invocando a Ele mesmo. “Meu Deus”, repetiu, “Anjos da Guarda bê-ba-dos???!!!”.
Tom adiantou-se para explicar que eles eram os culpados pelos Anjos da Guarda estarem bêbados “Pois”, disse ele, “como o Senhor sabe é costume, no Brasil, todas as vezes que tomamos um trago oferecer o primeiro gole pro santo. Nesse caso, como os Anjos da Guarda é que estavam nos acompanhando, todos os goles foram pra eles. E olha que não foram poucos...” deu uma risadinha meio de lado. “Tá rindo do quê?” perguntou Deus.
Atrás de Deus, assistindo a tudo e se divertindo com a situação, estavam o Ismael Silva, Lamartine Babo, Cyro Monteiro, Adoniran Barbosa, Aracy de Almeida, Nelson Gonçalves, Garoto, Dalva de Oliveira, João Nogueira, Baden Powel, Braguinha, Francisco Alves, Carmem Miranda, Chiquinha Gonzaga, Elis Regina, Gonzaguinha, Gonzagão, Tim Maia e muitos outros amigos do pessoal.
“Isso não pode passar impune”, determinou Deus, “vocês têm que pagar por tanta indisciplina”. E começou a distribuir os “castigos”..
“Tom, Pixinguinha e Cartola, irão ajudar o Noé na construção das arcas. Com esse problema de aquecimento global que Eu, infelizmente, não estou conseguindo controlar, a possibilidade de outro dilúvio não está descartada”.
Os três ficaram desolados, pois sabiam que não era uma tarefa fácil e conheciam muito bem o gênio do Noé. Era difícil trabalhar com ele.
“Ataulfo, Mário e Lupicínio vão ajudar Pedro nas pescarias”, Deus falou.
Pedro era muito bom, mas era um trabalhador compulsivo. Saía para pescar, desembarcava os peixes, imediatamente voltava para o Mar Celestial, enchia o barco de peixes, e assim ia o tempo todo, sem parar. Ataulfo, Mário e Lupicínio tremeram na base.
“Noel , Ary e Herivelto vão cuidar da limpeza do Jardim do Éden”, determinou Deus.
Noel deu um sorrisinho e pensou “Oba, a Eva...”. Deus que sabe tudo e que lê os pensamentos imediatamente falou Ppode tirar o cavalinho da chuva, ‘seu’ Noel, não vai ter Eva nenhuma. E Eu quero ver aquele Jardim limpo e as maçãs brilhando. E se alguém se atrever a dar nem que seja um única pequena mordida numa maçã, vai pagar pelo resto da Eternidade, pois não estou a fim de começar tudo de novo, ENTENDERAM???”.
“Dolores e os Anjos da Guarda vão limpar todas as nuvens do Parque Celestial que, como vocês sabem, não é nada pequeno”.
Vinícius pensou que estivesse livre e estava saindo de fininho quando Deus decretou: “E o senhor, ‘seu’ Vinícius, com experiência de embaixador na sua outra vida, irá voltar a Terra para um trabalho importantíssimo. O senhor irá para a Venezuela convencer o Hugo Chavez de que os Estados Unidos são um país fantástico. Ele deverá fazer um discurso para o povo venezuelano, em rede internacional, dizendo que ama os americanos, especialmente o Bush, e que irá fundar o Partido Republicano da Venezuela nos mesmos moldes do americano. Eu não agüento mais a delegação celestial americana buzinando no meu ouvido que Eu preciso acabar com a fanfarronice do Chavez”.
Ao ouvir isso Vinícius ficou branco. “Senhor, essa é uma missão impossível. Por favor, não faça isso comigo. Mande-me para o Iraque, ou, então, para o Oriente Médio para mediar a paz entre judeus e árabes. Mande-me para o Quênia para acabar com a guerra civil. Tudo, menos convencer o Chavez a dizer que ama os americanos e o Bush”, suplicava Vinícius.
Mas Deus foi irredutível. São João, vendo o desespero do Vinícius e dos outros pelos “castigos” impostos por Deus, pediu que ele maneirasse um pouco. “Você está louco? Você quer que Eu fique desmoralizado? Já não basta o que dizem aqui que Eu sou brasileiro? Na última reunião do Conselho Celestial Maior, a delegação celestial argentina protocolou um protesto contra Mim alegando que Eu era brasileiro. Respondi a eles que era uma calúnia, que Eu sou Universal e que eles não têm do que reclamar. Lembrei a eles que num jogo de Copa do Mundo, Maradona fez um gol com a mão e os próprios argentinos ficaram dizendo para os quatro ventos que foi a mão de Deus. E, então, perguntei a eles, vocês ainda acham que sou brasileiro? Eles ficaram quietos, mas não retiraram o protesto. Você sabe como são esses argentinos”, respondeu Deus. “E”, continuou, “você sabe que eu tenho o coração mole e logo, logo, vou livrá-los dos ‘castigos’”.
Enfim, Deus pediu para que todos entrassem já que estavam atrapalhando a enorme fila de pessoas que pretendiam entrar no céu e Ele ainda precisava fazer a triagem.
Ao entrarem, o pessoal que estava assistindo a discussão tirou o maior sarro. O Cyro não parava de rir. O Ismael chegou próximo ao Ataulfo e disse, baixinho, “Pô, por que você não me convidou pra ir junto?” A Dalva deu o maior safanão no Herivelto. A Aracy deu uma porrada no Noel que o baixinho quase desmorona.
Deus olhou para eles e, na Sua infinita bondade e misericórdia, deu um sorrisinho e disse para Si mesmo: “Esses meninos levados...Adoro os brasileiros!”.
Ouvi alguém me chamando e “despertei” de meus pensamentos. Eram a Olívia e o Altair que estavam chegando para o acerto de contas de suas meninas. Sentaram-se à minha mesa, pediram uma cerveja, batemos um longo papo e fui embora dormir. Feliz.
Benjamin
Entrei e, excitado com tudo que aconteceu, fui cumprimentando os dois com uma euforia incomum. Eles olharam pra mim e fizeram, apenas, um “oi!” como se nada tivesse acontecido. Eu insisti e perguntei “Tá tudo bem?”, “Tá, por quê?” o Antenor respondeu e olhou um pouco assustado para o Eulídio como se perguntasse “O que será que deu nele?”.
O Antenor trouxe uma dose de Germana e eu comentei com ele “Que noite a de ontem, não?”. “Como assim?”, ele respondeu perguntando. Eu disse “Como, como assim? Não aconteceu nada de excepcional ontem aqui?”. “Ué, que eu me lembre, não”, respondeu, “o Alemão engraxou seus sapatos e você ficou o tempo todo conversando com a Odete”. “Tem certeza?”, eu insisti. “Claro que tenho, ôôô! Porra, o que tá acontecendo com você?”, perguntou Antenor, já impaciente. “Nada, não é nada, não. Desculpe”, respondi.
Fiquei encafifado. Olhei pro guardanapo com os autógrafos e não me conformava. “Meu Deus, será que tô ficando louco? Alguma coisa aconteceu. Como é que esse guardanapo foi parar lá em casa?” Virei o copinho com a Germana e pedi logo mais duas doses.
Fiquei olhando pro guardanapo e comecei a imaginar como teria sido o retorno deles para o Paraíso depois daquele reencontro fantástico e iluminado.
Imagino que aconteceu mais ou menos assim:
Estão todos felizes, cantando, contando piadas até que chegam em frente à Porta do Paraíso que está trancada o que não é comum, a não ser que alguma coisa muito séria tenha acontecido.
Vinícius, que carregava um litro de uísque cheio, bateu na porta e ninguém respondeu. Insistiu por várias vezes até que a porta começou a abrir lentamente, as dobradiças rangendo e, quando finalmente abriu-se totalmente, lá estava Ele, com sua túnica branca, barba e cabelos brancos, com um triângulo atrás de sua cabeça para diferenciar do círculo que os santos têm, de mãos na cintura, olhando fixo para todos: DEUS.
“Isso são horas? Onde os senhores estavam? Quem deu ordem para os senhores saírem?” perguntou Deus com sua voz estrondosa que ecoou por todo Universo e fez todos tremerem de medo.
Ninguém tinha coragem de falar. Estavam todos paralisados e mudos de medo. Até que Vinícius, o responsável pela organização da ida do grupo à Lapa, tentou falar: “Senhor, nós...”, sendo, imediatamente, interrompido por Deus que gritou “Senhor coisíssima nenhuma. Você ainda tem coragem de dirigir a palavra a Mim e, ainda, com esse bafo de uísque? E essa garrafa que você está carregando o que é? Pode ir devolvendo, aqui, na Minha mão”, batendo com o dedo na mão enquanto falava. Vinícius devolveu e, quando Deus viu que era um litro de uísque, não se conteve. “Você pretendia entrar no Paraíso com esse litro de uísque? Você está querendo corromper o meu rebanho?”, berrava Deus, tanto que seus berros eram ouvidos além do Universo, seja lá o que isso signifique.
O Anjo da Guarda do Vinícius tentou falar com Deus para explicar o que tinha acontecido. Mas aí é que tudo piorou, pois ele falava com aquela voz característica de quem está bêbado. Não só ele, mas todos os Anjos da Guardo dos outros também estavam bêbados. Aí Deus não agüentou e Ele gritava “Meu Deus, onde nós estamos?” Ele estava tão bravo e estupefato com o que estava acontecendo que não percebeu que estava invocando a Ele mesmo. “Meu Deus”, repetiu, “Anjos da Guarda bê-ba-dos???!!!”.
Tom adiantou-se para explicar que eles eram os culpados pelos Anjos da Guarda estarem bêbados “Pois”, disse ele, “como o Senhor sabe é costume, no Brasil, todas as vezes que tomamos um trago oferecer o primeiro gole pro santo. Nesse caso, como os Anjos da Guarda é que estavam nos acompanhando, todos os goles foram pra eles. E olha que não foram poucos...” deu uma risadinha meio de lado. “Tá rindo do quê?” perguntou Deus.
Atrás de Deus, assistindo a tudo e se divertindo com a situação, estavam o Ismael Silva, Lamartine Babo, Cyro Monteiro, Adoniran Barbosa, Aracy de Almeida, Nelson Gonçalves, Garoto, Dalva de Oliveira, João Nogueira, Baden Powel, Braguinha, Francisco Alves, Carmem Miranda, Chiquinha Gonzaga, Elis Regina, Gonzaguinha, Gonzagão, Tim Maia e muitos outros amigos do pessoal.
“Isso não pode passar impune”, determinou Deus, “vocês têm que pagar por tanta indisciplina”. E começou a distribuir os “castigos”..
“Tom, Pixinguinha e Cartola, irão ajudar o Noé na construção das arcas. Com esse problema de aquecimento global que Eu, infelizmente, não estou conseguindo controlar, a possibilidade de outro dilúvio não está descartada”.
Os três ficaram desolados, pois sabiam que não era uma tarefa fácil e conheciam muito bem o gênio do Noé. Era difícil trabalhar com ele.
“Ataulfo, Mário e Lupicínio vão ajudar Pedro nas pescarias”, Deus falou.
Pedro era muito bom, mas era um trabalhador compulsivo. Saía para pescar, desembarcava os peixes, imediatamente voltava para o Mar Celestial, enchia o barco de peixes, e assim ia o tempo todo, sem parar. Ataulfo, Mário e Lupicínio tremeram na base.
“Noel , Ary e Herivelto vão cuidar da limpeza do Jardim do Éden”, determinou Deus.
Noel deu um sorrisinho e pensou “Oba, a Eva...”. Deus que sabe tudo e que lê os pensamentos imediatamente falou Ppode tirar o cavalinho da chuva, ‘seu’ Noel, não vai ter Eva nenhuma. E Eu quero ver aquele Jardim limpo e as maçãs brilhando. E se alguém se atrever a dar nem que seja um única pequena mordida numa maçã, vai pagar pelo resto da Eternidade, pois não estou a fim de começar tudo de novo, ENTENDERAM???”.
“Dolores e os Anjos da Guarda vão limpar todas as nuvens do Parque Celestial que, como vocês sabem, não é nada pequeno”.
Vinícius pensou que estivesse livre e estava saindo de fininho quando Deus decretou: “E o senhor, ‘seu’ Vinícius, com experiência de embaixador na sua outra vida, irá voltar a Terra para um trabalho importantíssimo. O senhor irá para a Venezuela convencer o Hugo Chavez de que os Estados Unidos são um país fantástico. Ele deverá fazer um discurso para o povo venezuelano, em rede internacional, dizendo que ama os americanos, especialmente o Bush, e que irá fundar o Partido Republicano da Venezuela nos mesmos moldes do americano. Eu não agüento mais a delegação celestial americana buzinando no meu ouvido que Eu preciso acabar com a fanfarronice do Chavez”.
Ao ouvir isso Vinícius ficou branco. “Senhor, essa é uma missão impossível. Por favor, não faça isso comigo. Mande-me para o Iraque, ou, então, para o Oriente Médio para mediar a paz entre judeus e árabes. Mande-me para o Quênia para acabar com a guerra civil. Tudo, menos convencer o Chavez a dizer que ama os americanos e o Bush”, suplicava Vinícius.
Mas Deus foi irredutível. São João, vendo o desespero do Vinícius e dos outros pelos “castigos” impostos por Deus, pediu que ele maneirasse um pouco. “Você está louco? Você quer que Eu fique desmoralizado? Já não basta o que dizem aqui que Eu sou brasileiro? Na última reunião do Conselho Celestial Maior, a delegação celestial argentina protocolou um protesto contra Mim alegando que Eu era brasileiro. Respondi a eles que era uma calúnia, que Eu sou Universal e que eles não têm do que reclamar. Lembrei a eles que num jogo de Copa do Mundo, Maradona fez um gol com a mão e os próprios argentinos ficaram dizendo para os quatro ventos que foi a mão de Deus. E, então, perguntei a eles, vocês ainda acham que sou brasileiro? Eles ficaram quietos, mas não retiraram o protesto. Você sabe como são esses argentinos”, respondeu Deus. “E”, continuou, “você sabe que eu tenho o coração mole e logo, logo, vou livrá-los dos ‘castigos’”.
Enfim, Deus pediu para que todos entrassem já que estavam atrapalhando a enorme fila de pessoas que pretendiam entrar no céu e Ele ainda precisava fazer a triagem.
Ao entrarem, o pessoal que estava assistindo a discussão tirou o maior sarro. O Cyro não parava de rir. O Ismael chegou próximo ao Ataulfo e disse, baixinho, “Pô, por que você não me convidou pra ir junto?” A Dalva deu o maior safanão no Herivelto. A Aracy deu uma porrada no Noel que o baixinho quase desmorona.
Deus olhou para eles e, na Sua infinita bondade e misericórdia, deu um sorrisinho e disse para Si mesmo: “Esses meninos levados...Adoro os brasileiros!”.
Ouvi alguém me chamando e “despertei” de meus pensamentos. Eram a Olívia e o Altair que estavam chegando para o acerto de contas de suas meninas. Sentaram-se à minha mesa, pediram uma cerveja, batemos um longo papo e fui embora dormir. Feliz.
Benjamin
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